terça-feira, 13 de outubro de 2009

Pelados, mas não em Santos

O aeroporto de Manchester, na Grã-Bretanha, iniciou nesta semana testes com uma máquina de raio-x que mostra os passageiros “pelados”, para acelerar o processo de checagens de segurança e procurar armas ou explosivos escondidos.

Na semana passada, autoridades francesas alertaram que a rede al-Qaeda estaria desenvolvendo supositórios explosivos para cometer atentados suicidas.

O aparelho revela rapidamente se há algo escondido, mas o raio-x de corpo inteiro também mostra implantes nos seios, piercings e um claro contorno, em perto e branco, das partes íntimas do passageiro.

O aeroporto ressaltou que as imagens não são pornográficas ou eróticas, serão vistas por apenas um funcionário, em um local remoto, e serão destruídas logo após o exame. Sarah Barrett, chefe do departamento de clientes do aeroporto, afirma que elas não podem ser arquivadas, capturadas ou copiadas. O rosto dos passageiros também não aparece.

Barrett afirma que a maioria dos passageiros não gosta das revistas feitas com as mãos, e lembra que o aparelho acaba com a necessidade de o passageiro tirar o casaco, cinto ou sapatos para a checagem de segurança. Os passageiros, no entanto, podem se recusar a passar pela máquina.

Os aparelhos de raio-x custam 80 mil libras (cerca de R$ 220 mil). Eles funcionam lançando ondas eletromagnéticas nos passageiros enquanto estes aguardam em uma cabine. Uma imagem virtual tri-dimensional é criada a partir da energia refletida.

Segundo o aeroporto, os níveis de radiação são “extremamente seguros” e os passageiros não precisam se preocupar.

Dentro de um ano, o Departamento de Transportes deverá decidir se vai adotar a tecnologia permanentemente.

O aparelho, fabricado pela RapiScan Systems, já foi testado em aeroportos em Nova York, Los Angeles e Londres, em 2004.

Fonte: BBC


sexta-feira, 2 de outubro de 2009

A tomada no fim do túnel

Com tantas novidades acontecendo na minha vida, acabo me esquecendo de vir aqui e deixar meu recado. Sei que são poucas (ou quase nenhuma) as pessoas que lêem o meu Blog, tudo bem como diria a minha amiga, ''eu supero''. Mas ao que tudo indica o No 22o estava virando No 110.

Mas, como sempre há uma luz no fim do túnel, e neste caso uma ''toma'', o No 22o volta com força total.

Cuidado você pode até tomar um choque!!!!


terça-feira, 15 de setembro de 2009

Chuvas massivas no oeste da África já mataram 159 pessoas

14/09/2009 - Enchentes no Oeste da África deixaram mais de 159 mortos e 600 mil desalojados de acordo com estimativas das Nações Unidas. Médicos Sem Fronteiras (MSF) reforçou suas equipes em Burkina Faso e Níger para providenciar assistência, em parceria com o Ministério da Saúde, para pessoas deslocadas.

O dia primeiro de setembro não foi um dia comum. Em Ouagadougou, capital de Burkina Faso, 26,3cm de chuva (equivalente a um quarto da média anual de chuvas) caíram em 12 horas. Mais de 24 mil casas foram destruídas e 150 mil pessoas - um habitante em cem - ficaram desalojadas. No mesmo dia, em Níger, na cidade de Agadez, 3,5 mil casas foram destruídas e 28 mil pessoas foram afetadas pelas inundações.

Equipes de MSF em Burkina Faso e em Níger imediatamente entraram em ação para detectar as necessidades e para garantir, junto ao Ministério da Saúde, que as vítimas tenham acesso a cuidados médicos e para que os hospitais funcionassem.

“A população de Ougadougou agiu de forma rápida e massiva”, disse Mohamed Morchid, chefe da missão de MSF em Burkina Faso. “Essas foram enchentes particularmente maciças. Ninguém pode lembrar inundações tão volumosas nas décadas recentes, mas não há caos. Muitos desabrigados estão sendo hospedados por parentes, dezenas de milhares estão em escolas ou às vezes em centros médicos”.

“Eles estão recebendo comida e suprimentos básicos. O Ministério da Saúde está oferecendo consultas gratuitas nas clínicas montadas em alguns dos locais onde as pessoas estão agrupadas. Mas nem todos os locais estão cobertos e há uma falta de medicamentos. O valor adicional que MSF tem nesse contexto é, principalmente, devido à capacidade de responder rapidamente às necessidades médicas específicas enquanto medidas de larga escala estão sendo montadas.”

Cinco equipes médicas móveis estão tratando pessoas desabrigadas em dois distritos em Ougadougou, Bogodogo e Boulmiougou.

“Nós estamos atendendo pacientes com ferimentos infectados, feridas ocorridas quando eles tentavam salvar seus pertences à medida que a água subia”, disse Morchid. “Muitas pessoas também estão sofrendo de diarreia, certamente ligada às péssimas condições de higiene desde o inicio das inundações. Há também as doenças usuais – malária e infecções respiratórias e de pele. Nós os tratamos no local porque eles não podem ir até seus centros médicos habituais.”

Equipes de MSF também estão distribuindo sabão para as vítimas das enchentes e avaliando o acesso à água potável e às condições de higiene. Eles estão construindo latrinas e duchas temporárias em alguns dos locais de aglomeração.

O principal hospital da capital, Yalgado, foi danificado e alguns departamentos, como os de diálise e de urgências, não estão mais funcionando. MSF montou duas tendas de 12 leitos para aumentar a capacidade de pacientes no departamento de emergências pediátricas no hospital do distrito de Bogodogo. Medicamentos estão sendo doados para as clínicas do Ministério da Saúde que ficam nos locais onde as vitimas da enchente se aglomeraram.

Na cidade de Agadez, em Niger, atividades de MSF incluem uma clínica móvel, distribuição de suprimentos de higiene básicos para 2 mil famílias e a construção de latrinas em escolas que estão servindo de abrigo temporário para as vítimas.

Durante a estação das chuvas, de junho a setembro, enchentes ocorrem em alguns países do oeste africano. Dois anos atrás, os números foram alarmantes: 300 mortos e 800 mil pessoas afetadas ao longo da região. Este ano, o número de mortes é particularmente alto em Serra Leoa (103 das 159 mortes).

Fonte: MSF

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Se joga !!!

Bolsas e vestidos não são exatamente artigos de primeira necessidade e por isso são sérios candidatos a serem cortados do orçamento quando a crise aperta.

FashionsNightOutblog.gif

Pensando nisso, a indústria da moda resolveu dar um empurrãozinho nas vendas com o eventoFashion's Night Out (algo como Noitada da Moda, em tradução-livre), marcado para esta quinta-feira, 10 de setembro, véspera do início da Semana de Moda de Nova York.

Mais de 700 lojas em 13 países (Estados Unidos,Brasil, Grécia, Itália, Rússia, Índia, China, Japão, Grã-Bretanha, Espanha, França, Alemanha e Taiwan) ficarão abertas até mais tarde e terão eventos especiais para atrair os consumidores.

A ideia partiu editora da revista Vogue americana, Anna Wintour e atraiu o apoio de lojistas, modelos e estilistas.

Como dizem no mundo da moda, se joga!

Fonte: BBC

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

MAMA ÁFRICA

Eles já encarnaram rockstars, visitaram o Brasil, viram o Apocalipse de perto e até tiveram de salvar o mundo - ou melhor, Springfield. E dessa vez, os Simpsons ganharam uma versão angolana.

A transformação dos personagens de Homer, Marge, Bart, Lisa e Maggie se deu porque a Fox, que veicula o seriado de Matt Groening, começará a transmitir o programa em Angola, na África. Uma agência de publicidade da região criou a versão afro-descendente da família como forma de anunciar o novo serviço de TV via satélite de um canal local.


Fonte: Rollingstone

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Lima: A capital da Bolívia?

Fonte: Wikipédia

Quem disse que não podemos mudar a Geografia do mundo? Pois bem, outro dia ouvi alguém comentar que Lima é a capital da Bolívia. (Para o mundo que eu quero descer !!!)

Tudo bem que vez por outra comento gafes com a ortografia, mas pera lá, tudo tem limite! E para quem não conhece esta ''cidadizinha'', ai vamos nós.

Lima é a capital e a maior cidade do Peru situada perto da costa do Pacífico, é também a capital da província de Lima.Lima tem cerca de 8.4 milhões de habitantes (cerca de um terço da população peruana), e é o centro econômico e político do país, concentrando mais de 70% de sua indústria (as principais são as têxteis, papel, alimentos e tintas), metalurgia, construção naval e comércio.

Tal crescimento foi produto principalmente do
êxodo rural e migração urbana (saindo de cidades menores do país) das últimas décadas, especialmente desde os anos 50 do século XX.


Fonte: Wikipédia