segunda-feira, 24 de agosto de 2009

De coração apertado por um povo

No site da Portas Abertas, a editora da revista Cristina Ignacio publicou em seu blog algo que é realmente muito preocupante.

Os norte-coreanos precisam que mais e mais vozes se levantem em favor deles

Os norte-coreanos precisam que mais e mais vozes se levantem em favor deles

Acabei de ler uma reportagem sobre a Coréia do Norte na revista Veja desta semana. São 10 páginas e muitas fotos retratando o que a própria revista chama de “o país mais fechado (e estranho) do mundo”.

Na verdade, eu quase poderia dizer que “estou cansada de saber” o que a matéria mostra – campos de concentração, fugas desesperadas, fome, a grandeza “de fachada” e a miséria do cidadão comum. Nenhuma grande novidade. Apenas a ausência, já esperada, de qualquer referência específica às violações da liberdade religiosa. Há sete anos a Coreia do Norte ocupa o topo da Classificação de países por perseguição. Lendo a matéria, não dá pra duvidar que os cristãos, por cultuarem a “um outro” Deus que não os membros da família Kim, sofram pressão extra do regime.

Mas, enquanto eu lia a matéria, meu coração mais uma vez se apertou por aquele povo. Não apenas pelos nossos irmãos, mas por todos os norte-coreanos.

Sei que milhares e milhares de pessoas estão orando há anos por esse país. Sei que temos um Deus que não está alheio à história e que, no devido tempo, há de intervir definitivamente nessa situação. O simples fato de essa reportagem ter sido publicada pode ser um bom sinal. A jornalista que escreveu a matéria, para quem “o regime já começa a apresentar fendas”, faz coro com o que a mídia internacional vem apontando já há algum tempo: com a suposta grave doença de Kim Jong-il, seu provável sucessor, o filho mais novo Kim Jong-un, não conseguiria manter as coisas como são hoje.

Todos nós podemos ser usados como instrumentos para que aquele país experimente uma transformação radical. Que permaneçamos com os nossos joelhos dobrados em oração e prontos para erguer a nossa voz “pelo direito de todos os que se acham desamparados” (Pv 31.8).

Cristina Ignacio - Editora Portas Abertas

terça-feira, 18 de agosto de 2009

A conta tá fincando grande

Senadores de partidos de oposição e da própria base governista querem investigar a conexão da família do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), com a construtora Holdenn Construções, Assessoria e Consultoria Ltda., cujo principal nicho de negócios é o setor elétrico, área em que o senador exerce influência.


Reportagem publicada ontem pelo Estado mostra que dois dos três apartamentos ocupados pela família na Alameda Franca, na região dos Jardins, em São Paulo, estão em nome da empresa, antes batizada de Aracati Construções, Assessoria e Consultoria Ltda.

O presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), afirma que seria "simplório" atribuir a uma coincidência a ligação da empreiteira com os imóveis. "Tenho certeza que não é isso, mas não vou pré-julgar", diz. "O certo é que não deve pairar nenhuma dúvida sobre essa questão, sob pena de o processo de investigação se estender até o setor elétrico." Para Guerra, os fatos em si "são extremamente graves".

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), senador Demóstenes Torres (DEM-GO), é categórico ao defender que as "evidências" de troca de favores são motivo de sobra para instaurar uma investigação. "Estão sobrando evidências, e não dá para desconhecer", alegou. "Quantas denúncias mais ele agüenta?", questionou. Pela avaliação do senador de oposição, os fatos divulgados até agora pela imprensa, como abuso de poder, nepotismo e a suspeita de corrupção, fragilizaram não apenas o presidente do Senado, mas também a instituição e os demais parlamentares.

"O Congresso não pode fechar os olhos ao que tem saído (na imprensa) relacionado ao presidente Sarney", defendeu. "É necessário que o Conselho de Ética se manifeste, em vez de arquivar as denúncias." Na opinião dele, a situação chegou a tal ponto que até mesmo os aliados do presidente do Senado deveriam "começar a se manifestar e a pensar no próprio Sarney". Para Torres, a situação é insustentável. "Na medida em que as denúncias avançam, suas vísceras ficam expostas e ele se desgasta cada dia mais", afirma. "Agora, não é mais um desgaste pessoal, é de todos no Senado e todos os senadores ficam afetados".

O senador Walter Pereira (PMDB-MS), da base governista, disse esperar que Sarney dê as explicações sobre a compra ou o uso dos apartamentos em São Paulo. Segundo ele, em tese, Sarney pode estar recebendo favores. O senador lembrou que Sarney, como presidente do Senado, tem verba de representação para se hospedar em hotéis em São Paulo. "Por que ele preferiu o apartamento? Isso precisa ser esclarecido", disse o senador.

A reportagem do Estado revelou que um dos apartamentos foi utilizado por Sarney, por exemplo, em junho passado, quando o presidente do Senado viajou a São Paulo para acompanhar a recuperação da filha, Roseana, operada para correção de um aneurisma cerebral.

"Mesmo que não tenha a eiva de qualquer envolvimento pecaminoso e de qualquer troca de favores, tem de esclarecer. Se foi levantada a dúvida, ele (Sarney) precisa esclarecer. É o ônus de quem exerce o mandato popular. Vale para Sarney, para mim e para todos os que foram eleitos. Todo homem público tem o dever de prestar contas no que envolve suas ações", disse Pereira.

O líder do DEM, senador José Agripino (RN), considerou que a ligação de Sarney com a empreiteira no caso dos apartamentos agrava ainda mais a situação do presidente do Senado. Para Agripino, as questões que foram levantadas contra o presidente do Senado até agora já são suficientes para a instauração de processo por quebra de decoro parlamentar. "É uma sequência inominável de denúncias gravíssimas", disse. O líder de oposição afirmou que a abertura de processo contra Sarney no Conselho de Ética do Senado depende dos votos governistas. "Vamos ver se serão sensibilizados pelos fatos ou pelos argumentos de Lula", disse.

O senador Renato Casagrande (PSB-ES), que integra partido governista, afirma não ter dúvida que o "grande equívoco" do Senado tem sido o de impedir as investigações de episódios relacionados ao presidente da Casa. Segundo ele, a estratégia da tropa de choque tem dado resultado oposto ao esperado.

Fonte: O Estado de SP

sábado, 15 de agosto de 2009

Gripe suína: sobrou até pra água benta

Com o intuito de prevenir a propagação do vírus AH1N1, a Catedral de São Paulo Apóstolo, em Blumenau (SC), retirou, nesta semana, a água benta dos quatro pontos em que eram disponibilizados na igreja.

De acordo com o padre Chico Mafra, a orientação partiu da Secretaria de Saúde do município. "É uma medida provisória e preventiva à gripe suína. Outras paróquias de Blumenau também aderiram essa prática", diz.

O padre afirma que o maior problema estava em um reservatório na entrada da igreja, local em que grande parte dos fiéis colocava a mão na água para se benzer. Agora, as pessoas que desejam água benta devem levá-la para que a mesma possa ser abençoada.

Já as celebrações de batismo não sofreram grandes alterações. No entanto, a água da pia batismal não está sendo utilizada. "Estamos usando água mineral em um recipiente para celebrar o batismo", explica o padre.

Além disso, os cumprimentos e os abraços da paz também estão suspensos provisoriamente na Catedral.

Fonte: Terra vc repórter

domingo, 9 de agosto de 2009

Noite de festa - Feliz aniversário Mamis

Foto: Glades Chuery

Foto: Ricardo S.

Foto: Ricardo S.

Foto: Glades Chuery



domingo, 2 de agosto de 2009

terça-feira, 28 de julho de 2009

Show do PG

Foto: Glaades Chuery

Foto: Glaades Chuery

Foto: Glaades Chuery

Foto: Glaades Chuery

Foto: Glaades Chuery

domingo, 26 de julho de 2009

Não preciso de nada. Já sei tudo

Para algumas pessoas, o treinamento é aceito como tortura e, de maneira enérgica, afirmam que treinar não passa de um desperdício de dinheiro.

Gradativamente, passam a ser indivíduos que não são capazes de perceber que a oportunidade de aprender permite aprimorar as habilidades profissionais e a resolução de problemas de comunicação, expandir o leque de negociação, administração de conflitos e a relação humana entre líder e liderado. Há pessoas que reclamam da empresa onde atuam, mas na prática não são capazes de oferecer um esforço a mais em favor da organização e da própria carreira profissional.

Desta maneira, é possível perceber que através do treinamento, grande parcela de pessoas habituadas aos valores individuais podem ser treinadas para pensar no trabalho coletivo e se tornarem membros de uma equipe. O treinamento precisa atuar na parte racional, emocional e fortalecer a certeza de retorno do investimento realizado.

Pessoas que dizem que não precisam de treinamento, normalmente, há mais de dois anos não realizam nenhuma alteração no próprio currículo e continuamente reclamam que o mercado de trabalho não oferece oportunidades. São pessoas que ao receber um convite para um treinamento, palestra, curso ou ainda, para uma reunião de feedback, balançam a cabeça demonstrando indignação e aversão ao tempo que será "desperdiçado" com esta atividade.

Contam com esta percepção por não visualizar a oportunidade existente no desenvolvimento pessoal e, por não terem a capacidade de compartilhar informações, auxiliar na resolução de conflitos e desenvolver novas habilidades, necessárias para expansão de resultados positivos. Observe os dois fatores abaixo e perceba a existência de pessoas que afirmam saber tudo sobre determinado assunto, mas ao serem convocadas para determinada atividade, encontram dificuldades e não são capazes de alcançar os resultados esperados.

Funcionário que não recebe capacitação rema contra a missão - Existem líderes e empresários lojistas que dizem não treinar seus liderados (balconistas, vendedores, atendentes) alegando que depois de algum tempo, este funcionário pedirá a demissão e passará a trabalhar no concorrente.

Quando ouço afirmações como estas, faço reflexões, e imagino como deve ser o clima organizacional desta loja. Penso onde está a preocupação e a paixão que este líder demonstra sob seus liderados no processo de aprendizagem organizacional. Quando sou convidado para apresentar palestra para líderes lojistas, afirmo que um funcionário que não recebe capacitação, acaba remando contra a missão, a visão e a própria meta de venda. Você conhece alguma pessoa que trabalha em vendas desta maneira?

Na prática, um profissional que não recebe treinamento e não participa de um processo de qualificação, acaba atendendo mal, encontrando desculpas e se escondendo atrás de culpados. A chegada de um concorrente pode fazer acordar - Um empresário contou que era preciso intensificar o atendimento urgente da sua loja, melhorar a vitrine, o aspecto visual da loja e a iluminação. Questionei qual era o motivo de tamanha aceleração, pois anteriormente ele acreditava que isto era supérfluo. A resposta foi imediata: acaba de ser inaugurada, próximo da minha empresa, uma loja com estes diferenciais e os clientes estão comentando e elogiando.

Perceba que há empresários que durante muito tempo mantêm a loja do mesmo jeito sem nenhuma inovação, entretanto, a chegada de um concorrente é capaz de fazer acordar. Há líderes que não investem em treinamento e ficam surpresos, quando percebem que há clientes que voltam continuamente para comprar na loja do concorrente.

Também é relevante destacar que há líderes que não tem paciência para ensinar e querem melhores resultados dos seus liderados, que muitas vezes desconhecem onde, quando e como realizar determinada tarefa. Você conhece algum líder assim? O treinamento contribui para que o administrador se torne um membro de um time e mais disposto a ser julgado como parte de uma equipe.

Os líderes contemporâneos monitoram os resultados e fortalecem o exercício de treinar seus liderados para demonstrar continuamente, a necessidade de não aplicar uma visão pelo esforço competitivo, mas ao contrário, buscam estimular uma visão pelo esforço cooperativo entre colaboradores e setores.
Uma organização, indiferentemente do tamanho, que deseja melhorar o desempenho no mercado onde atua, investe na capacitação da sua equipe de trabalho, na força de vendas e na melhoria continua por melhores índices produtivos. Define as expectativas, apóia, torce, vibra e faz com que cada treinamento, seja um momento de reflexão para contribuir com mudanças positivas no trabalho que realiza.

Antes de reclamar do desempenho produtivo de um funcionário, responda: Esta pessoa recebeu realmente o treinamento necessário para alcançar os melhores resultados.

Fonte: Administradores.com